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O último informe semanal sobre a dengue em Alagoas mostra que, dos 10,4 mil casos notificados em 2024, 5,7 mil foram confirmados. Desse total, 193 foram analisados com sinais de alarme e onze do tipo grave. O estado tem cinco óbitos registrados e outros cinco em investigação.

Até a Semana Epidemiológica 21, cinco óbitos foram confirmados para dengue nos municípios de Atalaia (1), Viçosa (1), Porto de Pedras (1), Rio Largo (1) e Maceió (1). No mesmo período de 2023, não houve mortes.

Levantamento da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) mostra o registro de 5 óbitos suspeitos, nos municípios de Teotônio Vilela (1), Boca da Mata (1), Porto de Pedras (1), Viçosa (1) e Atalaia (1)

A doença possui quatro sorotipos, denominados DENV-1, DENV-2, DENV-3 E DENV-4, e todos podem gerar formas assintomáticas, leves ou graves. No entanto, o DENV-2 e o DENV-3 são considerados os mais virulentos.

Foram identificados três sorotipos da dengue em Alagoas, o DENV-1 (426 casos), distribuído em 49 municípios, e o DENV-2 (128 casos) em 27 cidades. Já o DENV-3 (1 caso) foi registrado em Atalaia.

A dengue é endêmica no Brasil – com a ocorrência de casos durante o ano todo – e tem um padrão sazonal, coincidente com períodos quentes e chuvosos, quando são observados o aumento do número de casos e um risco maior para epidemias.

Quando sintomática, causa uma doença sistêmica e dinâmica de amplo espectro clínico, variando desde formas oligossintomáticas até quadros graves, podendo evoluir para o óbito.

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