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A prefeitura de Maceió comprou um terreno no bairro da Santa Amélia para ampliar o Cemitério São Luiz. A informação foi dada pela Defensoria Pública Estadual à TV Gazeta.

Segundo o órgão, o pagamento já foi feito e o município aguarda decisão judicial sobre a imissão da posse da área para começar a obra.

A decisão também deve reduzir o número de corpos que aguardam sepultamento no Instituto Médico Legal (IML) e apontar uma solução para as famílias que querem transferir os restos mortais de parentes sepultados no Cemitério Santo Antônio, em Bebedouro, que está em uma área considerada de risco por conta do afundamento do solo causado pela Mineração de sal-gema.

Para o defensor público estadual Lucas Valença, a ampliação do Cemitério do São Luiz é uma solução de média e logo prazo para o problema da falta de vagas para sepultamento em Maceió.

“A gente até já tinha prestado esse esclarecimento para a população, de que de fato nós estávamos tendo problemas no curto prazo para sepultamento das pessoas aqui em Maceió, né? Até casos em que a gente relatou de mais de dois dias para ter o sepultamento em razão do colapso do sistema e essa solução passa pela ampliação do Cemitério São Luiz”, explicou o defensor à TV Gazeta.

Ainda segundo ele, a Prefeitura de Maceió já até pagou pela desapropriação da área. “O próximo passo é através desse pagamento você possibilitar, por meio do poder judiciário, que a prefeitura, através de Alrub, se imita na posse dessa área e comece a fazer efetivamente a ampliação da área”, antecipou Valença.

O defensor informou que, em relação ao Cemitério Santo Antônio, que fica no bairro de Bebedouro, numa área afetada pelo afundamento do solo, foi ajuizada uma Ação Civil Pública.

A compra desse novo terreno para resolver a questão dos novos sepultamento em Maceió pode desafogar a superlotação de corpos não reclamados pelos familiares e não identificados, que aguardam sepultamento no IML. Atualmente 160 corpos estão sob responsabilidade do Instituto aguardando sepultamento, mas nem todos esses corpos são de pessoas que morreram em Maceió.

 

*GazetaWeb

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