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O vereador Leonardo Dias (PL) repercutiu a retirada do senador Renan Calheiros (MDB) do colegiado da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Braskem, que foi escolhido nessa quarta-feira (21).

Dias frisou o fato de que foi o próprio Renan Calheiros que protocolou a instauração da CPI, com o objetivo de atacar seus adversários políticos em Alagoas. O vereador enfatizou que seria absurda a relatoria ficar por conta do senador, que foi presidente da Sal-gema, em meados dos anos 1990. Empresa esta que seria comprada pela atual Braskem.

“Ele não tem condições morais de ser o relator, uma vez que ele esteve envolvido no processo como presidente da Sal-gema. O filho dele, como governador, emitiu licenças para que a Braskem continuasse explorando em Maceió. Além disso, tanto o Renan Calheiros como Renan Filho tiveram campanhas políticas financiadas pela Braskem. Portanto, ele não tem nenhuma condição moral para ser o relator desta CPI”, apontou.

“O fato dele se retirar da sessão, só demonstrou que ele queria apenas protagonizar um espetáculo. Como cidadão comum ele não aceita participar porque seu interesse não é achar os culpados, mas apenas criar uma narrativa para atacar seus inimigos políticos”, complementou.

Dias ironizou ainda o fato de que a relatoria da CPI da Braskem ter ficado com o senador Rogério Carvalho (PT), partido apoiado por Renan Calheiros.

“O que mais acho engraçado é que a retirada dele da CPI foi feita pelo PT, que ele tanto apoiou. É como se o Renan tivesse preparado a festa, arrumado a casa e na hora de comemorar, foi dito que ele não era bem vindo. Agora, fica apenas uma sugestão para que o Renan ‘faça o L’ quando estiver triste”, concluiu.

 

*com informação da assessoria

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