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A secretária de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social, Kátia Born, revelou, em áudio, ameaças que sofreu do empresário Carlos André César de Miranda. Ele foi preso nessa quinta-feira (1º) após atirar contra o carro da sua companheira, a professora Mara Ribeiro, Pró-Reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Uncisal.

Segundo Born, há quase dois meses, o homem vem divulgando vídeos – por meio de seu perfil nas redes sociais – com ataques homofóbicos, que têm como alvo sua família, além de outras autoridades e personalidades de Alagoas.

“É uma coisa sem sentido. Desde dezembro que ele começou a fazer vídeos homofóbicos contra mim, me provocando, me agredindo, agredindo Ronaldo (Lessa), o governador (Paulo Dantas), Carlinhos Maia. Eu fiz um B.O. contra ele e depois, quando soube que eu fiz o registro, quando foi chamado na delegacia, ele fez um vídeo contra o meu filho, chamando ele para briga. Meu filho também entrou com um B.O. contra ele, e ele foi indiciado”, explicou a secretária.

Kátia Born contou ainda que, em 16 de dezembro, o empresário foi até a porta de sua casa em um veículo, por volta das 4 horas da manhã, buzinando e acelerando, com o intuito de ameaçá-la. Nessa quita (1º), acabou com o episódio do disparo no veículo de sua companheira.

“Ontem ele teve um negócio dos carros dele que foram roubados e o DMTT foi lá. E ele ameaçou. Depois disso, ele chegou na porta aqui de casa, atirou no carro e fez um vídeo dizendo que ia me matar”, acrescentou ela.

Em seguida, a secretária disse que acionou a polícia e seguiu até a Central de Flagrantes com a companheira. “A polícia veio aqui. O carro é da Mar, e os policiais encontraram a bala dentro do veículo. Ele atirou no vidro traseiro. O inquérito deve ter ido hoje, o processo, para o Tribunal de Justiça”, afirmou a secretária.

Com medo de sofrer novos ataques e como forma de se proteger – assim como toda a família –, Kátia Born solicitou medidas protetivas contra o homem já que residem em locais próximos.

“Claro que pedi medidas protetivas. Ele mora aqui atrás da minha casa há mais ou menos um ano, mas eu não conheço ele ou o pai dele. Moro aqui há 27 anos. Essa comunidade nunca teve nada, nenhum problema e agora está todo mundo desesperado”, finalizou Born, afirmando que, assim como ela, os demais moradores do loteamento estão com receio de toda a situação.

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