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A mãe de uma criança, vítima de estupro de vulnerável, foi presa, nesta sexta-feira (5), ser cúmplice do crime praticado pelo padrasto. A prisão foi efetuada na zona rural de Piranhas, no sertão alagoano, pelo Núcleo de Investigação Especial da DGPC (Niesp), sob a coordenação do delegado Daniel Mayer.

Segundo as investigações, o crime ocorria com a conivência da mãe, que, ao invés de proteger sua filha, permitia e desacreditava as denúncias, chegando ao ponto de dificultar o trabalho dos policiais. Padrasto e a mãe era foragidos da Justiça, no entanto ele não foi preso por já ser falecido.

“Ela foi presa não como autora, mas como partícipe e facilitadora dos estupros que eram reiteradamente praticados pelo padrasto da criança. O crime foi identificado pela Polícia Civil ainda no fim de 2018 quando ela tinha 15 anos, mas teriam começados quando a vítima tinha por volta dos 11 anos de idade”, disse o delegado.

A atuação da escola onde a menor estudava e o apoio dos psicólogos do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) foram importantes na resolução do caso. “Com isso foi possível construir toda uma cadeia probatória que foi suficiente para indiciar e termos a prisão preventiva decretada de ambos. O padrasto faleceu, mas a mãe que estava foragida foi localizada e presa”, concluiu Daniel Mayer.

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