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Na manhã deste sábado (11), o auditório da sede Prefeitura de Maceió, no Jaraguá, acolheu a Primeira Escuta Ativa do Movimento Negro de Maceió. A solenidade contou com representantes da atual gestão, de instituições e de movimentos da sociedade civil.

O intuito da reunião, organizada pela Secretaria da Mulher, Pessoas com Deficiência, Idosos e Cidadania (Semuc) e pelo Instituto Raízes de Áfricas, é compreender as necessidades da população negra maceioense, a partir de sua própria perspectiva, proporcionando uma oportunidade de escuta de suas demandas.

A secretária da Semuc, Ana Paula Mendes, enfatizou a importância de mobilizar toda a sociedade para que o combate ao racismo seja efetivo. “Essas ações despertam a sociedade para pensar e refletir. Estamos chamando toda a sociedade maceioense a pensar em maneiras de combater o racismo em nosso Município”, pontuou.

Um dos participantes, representando a sociedade civil, foi o mestre de capoeira Cícero Virgulino. Para ele, o combate ao racismo deve começar ainda na infância e em instituições de ensino. “Para combatermos o racismo precisamos compreender o que ele é. É preciso ensinarmos nas escolas como identificá-lo e combatê-lo para que ele acabe”, afirma.

Arísia Barros, coordenadora do Raízes de Áfricas, ressaltou a importância destes apontamentos vindos de quem sofre com o racismo diariamente. “A Prefeitura de Maceió está chamando as pessoas para perguntar: ‘o que vocês querem, como podemos ajudar?’. É a partir daí que as mudanças acontecerão”, ressaltou a ativista.

Na ocasião também foi apresentada a programação da campanha Maceió é Massa Sem Racismo, que faz alusão ao Mês da Consciência Negra, com uma variedade de ações que ocorrerão ao longo de novembro. Confira aqui todas as atividades.

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