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Estudo de inteligência imobiliária realizado pela APSA – líder nacional em gestão de propriedades urbanas – mostra que Maceió teve aumentos expressivos nos valores de alugueis em diversos bairros. Em Jatiúca, um dos bairros com o metro quadrado mais valorizado na cidade – houve aumento de 39% no último ano e de 105% nos últimos dois anos, chegando a custar R$ 59,68/m². A título de exemplo, um imóvel de 100 m² no bairro teria hoje o aluguel médio de R$ 5.968,00. Há dois anos, saia a R$ 2.915,00.

Ponta Verde seguiu o mesmo caminho e hoje está custando em média R$ 53,30/m². Há um ano saía a R$ 40,00 e há dois anos, R$ 27,09. Aumentos de 33% e 97%, respectivamente.

No bairro de Pajuçara, por exemplo, o metro quadrado médio estava saindo no mês de abril a R$ 60,97. Doze meses antes, tinha o preço médio de R$ 39,74 – um aumento de 53% em apenas 12 meses. No comparativo bianual, o aumento é de 68%. Um imóvel de 100 m² no bairro teria hoje o aluguel médio de R$ 6.097,00.

Cruz das Almas é outro bairro com forte arrancada nos valores dos aluguéis. Em abril de 2021, o metro quadrado médio custava em torno de R$ 24,66. Em 2022, passou a R$ 44,25 e hoje está em R$ 55,46, crescimentos respectivos de 125% e 25%. Um imóvel que custava R$ 2.466,00 há dois anos, hoje sai a R$ 5.546,00.

Mangabeiras hoje tem o metro quadrado custando R$ 46,17. Um imóvel de 100m² sai a R$ 4.617,00. Aumento de 78% com relação a 2021, quando saia R$ 25,96 e de 32% com relação a abril de 2022, quando estava em R$ 34,98.

Poço está custando R$ 42,07; São Jorge, R$ R$39,73; Antares está saindo a R$ 22,92; Serraria, R$ 25,07. E Farol, R$ 24,91 por metro quadrado. O valor do Antares é -62,4% menor do que o de Jatiúca.

De acordo com Alan Galvão, gerente de imóveis da APSA na Região Nordeste, há diversos motivos impactando a procura de imóveis, o que faz aumentar os preços. “O mercado imobiliário foi muito impactado durante a pandemia e os valores de aluguel foram reduzidos. Agora, esses contratos estão acabando e os proprietários, estão anunciando os imóveis ao valor de mercado, voltando ao que era antes e com ajustes inflacionários. Além disso, os preços dos imóveis mais novos, recém-construídos, puxam os valores médios de aluguéis para cima. Ficamos muitos anos sem aumentar o estoque de moradias, enquanto a população crescia, sobretudo nas áreas mais nobres e desejadas da cidade, onde há um público mais exigente, buscando imóveis melhores e dispostos a pagar por isso”, afirma

Nesse estudo, foram registradas 870 ofertas de apartamentos de 1 a 4 dormitórios para locação em Maceió. Deste universo, foi selecionado o bairro de Farol para uma melhor análise, onde foram identificadas 30 ofertas (3,8% do total) distribuídas em 1, 2, 3 e 4 dormitórios. Entre os 6 imóveis de um quarto disponíveis no bairro, o valor médio do metro quadrado era de R$ 45,43. O tamanho médio deles era de 43,43 m². Em seguida, havia 4 imóveis de dois quartos, e o metro quadrado era de R$ 20,47. O tamanho das unidades era de 62,75m². Havia no mês, 18 imóveis de 3 dormitórios, saindo o valor médio por R$ 25,41 e o tamanho de 90,56 m². Apenas dois imóveis eram de 4 quartos, com o valor de R$ 26,89/m² e tamanho médio de 119m².

Em abril, a quantidade de imóveis alugada no município reduziu 14% em relação a abril de 2022.

E quanto ao tempo para alugar, há aumento no período em que os imóveis ficam vagos, à espera de um inquilino. Analisando imóveis residenciais de três dormitórios em Benedito Bentes, verifica-se que enquanto no período anual de maio de 2021 a abril de 2022, o período era de 45 dias, de maio a abril de 2023, foram 17 dias para alugar.

Imóveis residenciais para vendas – Já em vendas, com relação a abril de 2022, sete bairros tiveram aumento nos preços: Pajuçara está com o metro quadrado médio em R$ 10.645,00 (+19%); Jacarecica, em R$ 9.524,00 (+13%); Cruz das Almas, em R$ 9.509,00 (25%) maior; Jatiúca, em R$ 8.423,00 (19%); Farol, em R$ 6.585,00 (16%); Mangabeiras, em R$ 6.748,00 (8%); Antares, em R$ 4.016,00 (9%); Serraria, em R$ 3.569,00 (-2%).

Foram registradas 16380 ofertas de imóveis para venda, sendo que 90,7% correspondem a ofertas residenciais, 2,7% a comerciais e 6,9% a outros tipos de ofertas.

Sobre a APSA – Criada em 1931, a APSA é referência e uma das maiores empresas do Brasil em soluções para o viver bem em propriedades urbanas. Líder no mercado nacional de administração de condomínios, conta com uma carteira de mais de 100 mil imóveis distribuídos em mais de 3 mil condomínios. Em locação, são cerca de 9 mil imóveis administrados. A APSA também atua com compra e venda de imóveis. É a primeira administradora nacional digital, além de possuir rede de atendimento espalhada por várias capitais do país – Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Recife, Fortaleza e Maceió.

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